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TV DE TUBO, LCD, PLASMA
– A CADA DIA NOVA TECNOLOGIA
A ÚLTIMA TECNOLOGIA
DE TV JÁ ESTÁ NO COMÉRCIO
A TV LED ( LCD ).
Como Funciona a TV
LED:
A revolução dos LEDs está
chegando a cada dia que passa, mas ainda temos muito o que evoluir.
Afinal de contas o que é um LED?
Hoje em dia, qualquer celular ou equipamento eletrônico
tem algumas luzinhas piscando, indicando se o equipamento está
ligado ou desligado. Pois bem, isso é um LED (DIODO EMISSOR
DE LUZ ).
O LED é constituído de um semicondutor, o mesmo
utilizado na construção do processador do seu micro,
só que dopado de forma diferente a fim de emitir luz com
diversas cores.
Ele já existe há uns 25 anos, só que a grande
dificuldade era produzir um LED que emitisse uma grande quantidade
de luz e também de diversas cores. No passado só
tínhamos LEDs amarelos e vermelhos, hoje encontramos azuis,
verdes, rosa, enfim várias cores.
Já são utilizados em faróis de carro, semáforos
e até mesmo em lâmpadas residenciais. A grande vantagem
é o baixo consumo, cerca 100 vezes menos que uma lâmpada
residencial, só que ainda são muito caros.
Mas, falando das TVs LED, o princípio é o mesmo.
Ao invés de ser utilizado uma fonte de luz, onde essa luz
é polarizada e transformada nos pixeis da imagem no caso
das TVs LCD comuns, as TVs LED utilizam como fonte de luz LEDs.
Simples não?
Os fabricantes prometem uma economia de 40% na energia elétrica,
uma maior definição de cores e o mais legal, muito
mais fina.
Portanto, a TV LED é uma TV LCD, porém a iluminação
não é feita com luz branca, que consome mais energia,
e sim com os semicondutores LED, que trabalha com corrente elétrica
muito baixa, produz imagem com melhor definição.
O LED por ser minúsculo a tela da TV é bem mais
fina.
Breve daremos informações
sobre os recursos das TVs LEDs que já estão sendo
vendidas nas lojas do ramo.
DVD – HD DVD – AGORA É A VEZ DO BLU-RAY:
DVD blu-Ray: laser azul, alta-fidelidade,
alta resolução, alta capacidade de armazenamento.
Som e imagem super perfeitos.
Já no comércio do Brasil.
SINTONIZADOR DIGITAL (CONVERSOR SET-TOP-BOX
):
Capaz de gravar TV digital aberta
em alta definição, com HD interno de 250gb, conexões
HDMI e outras, interativo com a internet, vários recursos.
Já no comércio do Brasil.
Breve, mais informações
sobre os últimos lançamentos.
Os
televisores
Eles estão por toda parte: grandes, pequenos, finos, gordinhos,
de plasma, LCD, Slim, Super Slim, High Definition (HDTV), com
ou sem conversor de TV digital. Resultado: comprar um televisor
nunca foi tão confuso! E as tentações são
várias, pois eles estão cada vez mais lindos. Afinal,
pergunta-se muita gente, o que se deve levar em conta na hora
de escolher um novo aparelho de TV?
São tantos fatores a considerar, que vamos dar logo o veredicto.
O primeiro ponto, claro, é o velho "quer pagar quanto?".
Cada qual com seu cada qual. Vale muita pesquisa nas lojas e nos
sites, a checar condições de pagamento, garantia
etc. É o básico.
No entanto, antes de fechar a compra, o consumidor deve ter em
mente que a melhor TV é aquela com a maior quantidade de
entradas HDMI, com tela LCD (mais barata e com tamanhos menores),
de preferência Full HD (resolução muito superior
de imagem), com conversor de TV digital integrado e no tamanho
de tela que se adapta ao ambiente onde ela será instalada.
Complicou mesmo, né? Então vamos aos poucos.
Não dá para negar: a maior tentação,
hoje, é o tamanho da tela. Mas a primeira coisa que o consumidor
precisa avaliar é onde pretende instalar a TV e a que distância
ela ficará do querido telespectador. Dependendo do tamanho
da tela, uma distância maior terá de ser respeitada
- caso contrário corre-se o risco de a imagem não
ficar satisfatória.
Para calcular a distância ideal, pegue-se a altura da tela
e multiplique-se por três, ensina Daniel Kawano, analista
de produtos da Panasonic. Um exemplo: para uma tela de 42 polegadas
(que tem 0,67m de altura), a distância MÍNIMA seria
de 2,1m. Telas com mais de 50 polegadas (0,70m de altura) só
devem ser instaladas em ambientes com mais de três metros
quadrados.
- O tamanho da TV vai depender da disponibilidade do espaço.
Esse pode ser o primeiro fator de decisão, porque influi
na qualidade de visualização e definição
da imagem e no conforto da visão. Quando se aproxima muito
da tela, é possível enxergar os pixels muito de
perto, dando a impressão de imagem ruim. A uma distância
ideal a imagem fica mais homogênea - complemente José
de Lima Andrade Mendes Jr., gerente de marketing e produtos da
Divisão de Eletrônicos de Consumo da Samsung.
E vamos comprar que tipo de tela? Plasma e LCD (cristal liquido)
continuam disputando o coração do consumidor, sendo
que o segundo leva vantagem nas vendas. Ainda há muitos
dos tradicionais modelos de tubo (CRT) à venda, com preços
cada vez mais em conta. Nesta categoria se encontram as telas
Slim e Super Slim, que nada mais são do que a última
geração do monitor de tubo. Por outro lado, o preço
do plasma e do LCD tem caído mês a mês.
No topo da cadeia de consumo estão as supertelas de plasma,
algumas com mais de 60 polegadas - passando das 100 polegadas
(ou 100"). A Panasonic, por exemplo, já vende modelos
de 103" aqui no Brasil (ao preço R$ 229 mil) e, em
2010, trará um de 150".
A Samsung é outra das fabricantes das que apostam alto
no LCD e no plasma - só que ela também acredita
numa sobrevida das telas de CRT. De acordo com Andrade Mendes
Jr., o mercado mundial consome mais LCD do que plasma, numa proporção
de 80% para 20%. Mas, em termos de tecnologia, o usuário
vai encontrar qualidade tanto em plasma quanto em LCD, apesar
das muitas diferenças entre elas.
Avaliar quais tecnologias julga essenciais para sua TV. Aqui entram
as TVs HDTV (High Definition, ou seja, de alta definição).
Que vale frisar: não são sinônimos de TV digital,
embora produtos HDTV possam "entregar" uma imagem de
melhor qualidade. É uma questão importante:
- O sinal digital e a alta definição das TVs vêm
de fontes diferentes. O sinal de TV digital é gerado pelas
emissoras, que produzem imagens em alta definição.
Para recebê-las, o usuário precisa ter um decodificador
ou uma TV com conversor embutido - explica Andrade Mendes Jr.
- Já a alta definição (HDTV) é uma
tecnologia que vem dentro da TV, e não é originada
pela emissora. Os aparelhos HDTV têm mais brilho, melhor
contraste e melhor resolução da imagem.
Ou seja: você pode ter uma HDTV e não receber sinal
digital, mas a imagem continuará em alta definição.
A partir daí, cabe ao usuário definir, agora sim,
se vai optar por um televisor com conversor de TV digital integrado
na placa eletrônica ou comprar um decodificador avulso.
Hoje, a maior parte dos fabricantes oferece modelos com conversor
embutido, uma tendência que pode facilitar a vida do consumidor
e eliminar uma figura do ambiente.
- Você pode ter uma TV tela plana ou de tubo e, mesmo assim,
receber o sinal de TV digital. Basta instalar o decodificador
do sinal digital. Mas nas HDTV o aproveitamento do sinal vai ser
melhor, porque elas trabalham com resoluções maiores
- ensina José Andrade Mendes Jr., da Samsung.
Fonte: O Globo On-line
Márcio de Carvalho Ferreira
Técnico Gerente
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